5 DIFERENÇAS ENTRE BAZAR E BRECHÓ

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© 2019 por Tathiana Nozaki.  - zoebrecho.sp@gmail.com

Zoe Brechó

 

O Brechó da Zoe foi criado com a intenção de abrir espaço para o novo. Me desfazer do que não era mais útil para mim mas que poderia ter muita utilidade para o outro e por um valor justo de "Second Hand".

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5 DIFERENÇAS ENTRE BAZAR E BRECHÓ

Você sabia dessa diferença de espaço? Quando pesquisamos sobre roupas usadas nos deparamos com várias nomenclaturas, não é mesmo? Principalmente pelo instagram, onde pessoas comuns criam suas páginas para vender seus próprios desapegos. Sendo assim, vemos: Desapegos da "x" , bazar da "x", brechó da "x", store da "x", lojinha da "x", Enjoei da "x" e etc....


As peças Second hand estão se popularizando, as pessoas estão criando maior consciencia da Moda Sustentável e a confusão da nomenclatura acaba vindo junto.


Portanto, estou aqui para mostrar as 5 diferenças mais básicas na hora de ir em busca das suas peças, mas deixando claro, que pela falta de informação, muitas pessoas criam seus bazares com o intuito de brechó e vice e versa.... Vamos lá....


Ambos possuem peças usadas, porém a maior diferença é a disposição do espaço.



Aqui no Brasil, o termo "bazar" é usado para várias categorias:

- como venda de quinquilharias e papelaria;

- é mais comum encontramos em eventos beneficentes, com o intuito de arrecadar fundos para instituições;

- é geralmente organizada por trabalho voluntário em espaços como igrejas e escolas;

- as peças são vendidas por um preço bem baixo por não passarem por nenhuma vistoria prévia ( valores entre R$1 a 20);

- não há uma organização lógica na disposição das peças, encontram-se amontoadas.


E por isso, é necessário paciência e tempo na hora de garimpar suas roupas neste tipo de evento.



Já o brechó, podemos dizer que nos dias de hoje deu-se uma valorizada e já é possível encontrar locais mais semelhantes com Boutiques super chiques - Isso deve-se por se tratar de espaços particulares, onde o dono do local pode investir em decoração;

- existe uma curadoria atrás das peças que faz uma vistoria de qualidade e higienização prévia;

- há casos divulgados como Brechó, mas que na verdade se tratam de outlets, peças novas e fora de coleção ofertadas por marcas a preços mais baixos;

- comercialização online - é possível lucrar com peças próprias que não estão mais em uso e que encontram-se em bom estado, bem cuidadas e pode ainda ser vendida ou repassadas para consignação em outro Brechó;

- o site enjoei.com é um tipo de brechó online, pois há curadoria por trás da peça e com investimento em design, unboxing e divulgação.


Bem, agora que está esclarecido, diga-me… Qual destas opções é mais a sua cara?

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